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Notícias
Jan
14
Hatus - Versão 4.0.7.6
Postado por Shester Marcondes on 14 January 2016 11:44 AM

Mudanças no armazenamento do XML do SAT   \samsoft\Hatus\VENDAS\cnpjdaempresa\aaaamm

Acertos na Consulta, Reimpressão e Cancelamento do SAT

Novo campo na Nota Fiscal de Entrada de "Tipo do Documento Fiscal", para Geração do SPED Fiscal e Contribuições

Conforme -  tabela 4.1.1

4.1.1- Tabela Documentos Fiscais do ICMS

código descrição modelo
01 Nota Fiscal 1/1A
1B Nota Fiscal Avulsa -
02 Nota Fiscal de Venda a Consumidor 2
2D Cupom Fiscal emitido por ECF -
2E Bilhete de Passagem emitido por ECF -
04 Nota Fiscal de Produtor 4
06 Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica 6
07 Nota Fiscal de Serviço de Transporte 7
08 Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas 8
8B Conhecimento de Transporte de Cargas Avulso -
09 Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas 9
10 Conhecimento Aéreo 10
11 Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas 11
13 Bilhete de Passagem Rodoviário 13
14 Bilhete de Passagem Aquaviário 14
15 Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem 15
17 Despacho de Transporte 17
16 Bilhete de Passagem Ferroviário 16
18 Resumo de Movimento Diário 18
20 Ordem de Coleta de Cargas 20
21 Nota Fiscal de Serviço de Comunicação 21
22 Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicação 22
23 GNRE 23
24 Autorização de Carregamento e Transporte 24
25 Manifesto de Carga 25
26 Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas 26
27 Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Água Canalizada -
28 Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás Canalizado -
29 Manifesto de Vôo -
30 Bilhete/Recibo do Passageiro -
55 Nota Fiscal Eletrônica 55

 

 


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Sep
22
SISTEMA HATUS AGORA PERMITE BANCO DE DADOS NA WEB
Postado por Shester Marcondes on 22 September 2015 02:27 PM

SUPER NOVIDADE DA VERSÃO 4.0.3.0

Através de uma parceria com a KINGHOST (http://www.kinghost.com.br) o SISTEMA HATUS agora permite hospedar o banco de dados da sua empresa nas nuvens.

 

Qual vantagem deste novo recurso ?

 

1) O Banco de Dados fica hospedado em data center seguro e com a garantia de backups automáticos;

2) O Sistema pode ser acessado de qualquer localidade;

3) Economia em não precisar de uma infraestrutura de rede e de servidores dentro da empresa;

4) Segurança de uma empresa especializada em Data-Center;

 

Qualquer dúvida solicite uma desmonstração sem compromisso na prática com o seu banco de dados;

 

# O Serviço de hospedagem do banco de dados será contratado na empresa KingHost, tendo um acrescimo na mensalidade conforme o tamanho do banco de dados e o fluxo de informação. ( Este valor pode variar entre R$ 40,00 a R$ 100,00 mensais - incluindo hospedagem e backup diário automático )

 

 

 

 

 


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Jul
16

O processo de substituição dos atuais Emissores de Cupom Fiscal (ECFs) pelo Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) de cupons fiscais em todo o varejo paulista tem início nesta quarta-feira (1º). Até o final de 2015, 70 mil estabelecimentos comerciais deverão efetuar a troca de 140 mil ECFs pelo equipamento SAT, responsável pela geração do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), sua assinatura digital e transmissão periódica ao Fisco.

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo desenvolveu projetos-piloto para implantação do SAT para consolidar todo o processo de implantação do novo sistema. Vários lojistas e fabricantes que participam desses projetos-piloto iniciados em novembro do ano passado emitiram até junho de 2015 mais de 3 milhões de cupons fiscais eletrônicos pelo SAT, em operações válidas registradas pelo Fisco estadual.

O cronograma estabelecido pela Fazenda vai de julho a outubro para a substituição dos ECFs que já tenham 5 anos ou mais, de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) dos contribuintes.

A partir de outubro, os ECFs deverão ser cessados na medida em que atinjam cinco anos desde a data de sua primeira lacração. Para simplificar o processo para os contribuintes, o Fisco disponibilizou no Posto Fiscal Eletrônico (PFE) duas novas funcionalidades.

A primeira permite a cessação do ECF pelo próprio contribuinte, sem necessidade de um interventor técnico e de um Atestado de Intervenção. Para isso é necessário, entre outras exigências, que o estabelecimento já tenha um equipamento SAT ativo – caso contrário, permanece a necessidade de intervenção técnica.

Os requisitos exigidos para efetuar a cessação de uso de cada ECF diretamente no Posto Fiscal Eletrônico (PFE), por meio do login e senha do contribuinte são os seguintes:

* Equipamento SAT ativo;

* REDF de todos os documentos emitidos no período anterior;

* Emita a Leitura X, a Redução Z e a leitura da Memória Fiscal de cada ECF cujo uso será cessado, imediatamente antes da cessação de uso;

* Lavre no livro 6 (RUDFTO) a declaração da cessação de uso de cada ECF cessado, anotando a respectiva identificação por marca, modelo, número de série, e dos respectivos totais registrados nos documentos referidos no item anterior;

* Efetue a cessação de uso de cada ECF diretamente no Posto Fiscal Eletrônico – PFE.

Outra funcionalidade disponível no Posto Fiscal Eletrônico permite ao contribuinte usuário de ECF consultar a relação de equipamentos ECF ativos em seu estabelecimento, bem como o tempo acumulado desde a data da primeira lacração. A informação é importante para que o lojista possa programar a substituição dos equipamentos pelo SAT.

Cronograma de obrigatoriedade

A Portaria CAT 59/2015, publicada na edição 12/6 do Diário Oficial do Estado, estabeleceu os prazos de substituição dos ECFs que tenham 5 anos (ou mais) no varejo paulista. O cronograma vai de julho a outubro deste ano e foi elaborado de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) dos contribuintes.

Os comerciantes que utilizam Nota Fiscal de Venda a Consumidor – modelo 2 (em papel) também terão que se adequar gradativamente ao SAT. O equipamento será de uso obrigatório a partir de 1º/1/2016 para os contribuintes com receita bruta maior ou igual a R$ 100 mil no ano anterior e para os postos de combustíveis que não são obrigados ao uso do ECF, a partir de 1º/1/2017 para os contribuintes com receita bruta maior ou igual a R$ 80 mil em 2016 e a partir de 1º/1/2018 para os contribuintes que auferirem receita bruta superior a R$ 60 mil em 2017.

Sobre o SAT

O Sistema Autenticador e Transmissor é um hardware responsável pela geração do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), sua assinatura digital e transmissão periódica à Secretaria da Fazenda, sem a necessidade de o contribuinte intervir ou formatar arquivos – basta que ele emita o documento fiscal pelo equipamento.

O equipamento SAT praticamente elimina erros no envio, fator que contribuirá para a redução do número de reclamações dos consumidores, autuações e multas dos lojistas.  Os extratos dos documentos fiscais emitidos pelo sistema terão QRCode, que permitirá ao consumidor checar dados da compra e a validade do documento com o uso de smartphone e aplicativo específico da Secretaria da Fazenda.

Os varejistas não precisarão mais instalar um equipamento por caixa registradora. O SAT pode ser compartilhado por vários caixas e impressoras.  Se o ponto-de-venda não estiver conectado à internet, o equipamento armazena todas as operações para serem enviadas à Secretaria da Fazenda assim que estabelecer conexão à internet, ou pelo computador do escritório do estabelecimento comercial.


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Jul
16
Abrindo uma Pequena Empresa : O que evitar!
Postado por Danilo Alves on 16 July 2015 02:39 PM

Abrir uma pequena empresa é uma tarefa árdua! E saber o que evitar para não cair nas armadilhas da vida empresarial pode ser essencial.
Depois de conversar com amigos empreendedores, que já fundaram várias empresas nos mais diversos segmentos brasileiros, juntei uma lista dos maiores erros sobrevividos.

Escolher mal os sócios
Erro: Ter sócios que fazem tarefas parecidas e opinam semelhantemente
É extremamente saudável ter expertise diferentes e áreas de atuação complementares. Estar perto de pessoas que discordam, tem outras experiências e vivências é fundamental para a troca de ideias e geração de soluções. O importante é estar alinhado estratégicamente, compartilhar das mesmas visões para a empresa, mas trazer outro ponto de vista para a discussão.

Ter uma equipe inadequada
Erro: Não encontrar as pessoas certas para formar um time
Contratar é muito díficil. Demitir também. Mas insistir quando a contratação não dá certo é muito pior. Uma idéia não vale nada sem as pessoas certas para executá-la. Sem dúvida, é uma frase clichê, mas pense que até contratando uma pessoa de sucesso, se colocada em um projeto errado, não irá deslanchar. Tem que ter um encaixe “mágico” em 3 pontos: no perfil da empresa, na vaga e no projeto adequado.

Ter um foco indefinido e amplo demais
Erro: Fazer de tudo um pouco
Na ansiedade do sucesso, queremos abraçar o mundo. A curto prazo é muito tentador. Mas quem tudo faz, nada faz direito. Do ponto de vista de mercado, os clientes ficam confusos. Do ponto de vista competitivo, abre uma brecha para que concorrentes se especializem e sejam o melhor em um nicho. Foco significa saber o que fazer e o que não fazer.


Focar demais em apresentações comerciais

Erro: Ter um discurso glamurizado da realidade
Veja bem, qualquer empresa pode melhorar uma apresentação comercial em um dia. Mas nada consegue barrar um produto funcional. Deixe o powerpoint um pouco de lado e comece a demonstrar mais seu produto atual. Ajuste seu discurso para o que sua empresa possui e pode oferecer de verdade.

Evitar conflitos a todo custo
Erro: Tentar fazer amizade com todo mundo
Não faça amizade, faça negócios. Acredite em números, projeções e resultados. Seja brutalmente honesto quando necessário e aja de forma correta com todos. Nada pior do que tentar camuflar alguma situação por medo de conflito.

Investir demais em desenvolvimento precoce
Erro: Não testar seu produto o suficiente
Imagina desenvolver um produto durante um ano e descobrir que não serve direito? #fail. Tente desenvolver apenas o essencial, uma versão simples e teste com vários públicos. Observe e volte para ajustar. Teste novamente. Esse é o princípio do Eric Ries no livro Startup Enxuta, a bíblia das startups.


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Jul
16
Um alerta sobre o ajuste fiscal de 2015
Postado por Danilo Alves on 16 July 2015 02:37 PM

A Petrobras decepcionou investidores locais e estrangeiros com a divulgação do balanço do terceiro trimestre sem baixas contábeis por desvios de corrupção e à perda de valor recuperável de alguns ativos da companhia. As ações preferenciais encerraram esta quarta-feira em queda de 10,4%, valendo R$ 9,11, na Bovespa. Aos investidores, a gigante brasileira pareceu tão acanhada quanto meses atrás, quando sucumbiu sob o peso do maior esquema de corrupção da nossa história. Centro das atenções em bancos, corretoras e consultorias nesta quarta-feira de avaliação do seu balanço não auditado, a Petrobras foi destaque do Informe elaborado pelo economista José Roberto Afonso, pesquisador do IBRE/FGV e um dos mais respeitados especialistas em contas públicas do país.

Afonso, doutor em Economia pela Unicamp, divulgou um estudo, disponível em seu blog na internet, sobre a participação cada vez mais decrescente da Petrobras na arrecadação federal. O assunto poderia ter importância menor, se a presidente Dilma Rousseff não tivesse endossado, ontem, na primeira reunião ministerial do 2º mandato, as medidas de ajuste fiscal já anunciadas pela equipe econômica.

No estudo – realizado em parceria com Bernardo Fajardo, da EBAPE/FGV, e Gabriel Leal de Barros, especialista em contas públicas e pesquisador do IBRE/FGV – José Roberto Afonso afirma que as compensações tributárias são a peça-chave para justificar esse recolhimento efetivamente cada vez menor de tributos federais pela petroleira. “Em paralelo evidencia-se a ampliação dos litígios fiscais em que a companhia está envolvida, que ao serem classificados como de perda ‘possível’ escapam de serem provisionados nos resultados da empresa”, diz o economista.

No levantamento de informações e dados sobre a Petrobras obtidos nos sites do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), da Receita Federal do Brasil (RFB) e da própria companhia, os três economistas identificaram que as compensações tributárias e a postergação de pagamento dos tributos por meio de processos legais são mecanismos utilizados pela empresa para salvaguardar as perdas financeiras por ela sofridas por conta de sua utilização como instrumento de politica econômica por seu controlador. Leia-se aqui, a demora do controlador da Petrobras, o governo brasileiro, em dar sinal verde para o repasse dos preços no petróleo visando a contenção da inflação.

Para 2015 é difícil esperar grandes ganhos de arrecadação tributária oriundos desse setor sem que antes sejam revistas duas situações: primeiro, seja recuperada a situação econômica e financeira da Petrobras, claramente combalida pela interferência política; e, segundo, seja revista pela legislação tributária que hoje talvez facilite demais o recurso à compensação tributária para o PIS/Cofins, que permite abater o valor pago destas duas contribuições sobre importações — com o mesmo valor nominal há dez anos — do que eventualmente for devido de Cide, afirmam os economistas.

José Roberto Afonso, Gabriel Leal de Barros e Bernardo Fajardo avaliam que, a exemplo do que ocorre com o resto do cenário e da política tributária, a equipe econômica que saiu do governo deixou para a nova equipe uma ‘herança maldita’ até mesmo no caso da tributação do petróleo.

“O caso da Petrobras é muito mais grave e não se limita aos danos causados pela corrupção mas revela como erros na condução da política econômica acabaram abalando, duplamente, tanto a governança da maior empresa do país, quanto a própria arrecadação tributária. Nada se avançará sem cortar o mau pela raiz, ou seja, parar de usar uma empresa de capital misto para subsidiar o preço da gasolina e tentar reduzir e controlar a inflação”, escrevem os economistas fiscalistas para quem essa conduta condenável, além de indevidamente imputar perdas aos acionistas privados, “criou uma opacidade fiscal porque o suposto ganho fiscal de não incluir subsídios entre as despesas do Orçamento, não resiste ao fato incontestável de que a Petrobras passou a pagar cada vez menos impostos e contribuições para a Receita Federal”. (Com Informações do Jornal Valor Econômico)


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